Ponte de Ferro

Ponte de Ferro
Rio Xopotó Cipotânea MG

os girassóis

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Falar de um poder democrático é para muitos um sinal de uma “ética” que jamais aceitará um patrimônio público ser roubado aos nossos olhos. ?

Queremos sim um processo legal que faz valer o sabor democrático, num meio onde as pessoas se organizem e recebem seus visitantes com gosto, amor e prazer, mas o que vemos é o contrário, o retrocesso. O que me permite confiar e como posso esperar num grupo de incompetentes? Como? Não sei, mas pelo menos é o sinal que dá para a gente entender que na venda da polpa de propaganda, só restou a navalha com falsas promessas na nova pia do banheiro da escola colada com durex-box. E vai entender a contra-produtividade do pacto com o comércio local nas compras das merendas, transportes, educação, cultura, etc.? Que tipo de racionalidade é essa? Será que o leitor e os eleitores não sabem? Sim, sabem, mesmo que isso tudo parece passar despercebido, onde a injustiça e a irresponsabilidade resplandecem uma conta reprovada, um ato de covardia, o saque. Cuidado! Você está sendo filmado. Você sendo punido! Você sendo guiado! Você está sendo vendido! Falar de um poder democrático é para muitos um sinal de uma “ética” que jamais aceitará um patrimônio público ser roubado aos nossos olhos. ? Aos infiéis por natureza e da injustiça de cara feita decretamos estado de calamidade administrativa da atuação do prefeito Luisinho Pedrosa de Cipotânea, os chamado catorze meses já estava o Povo cansado deste governo que está deixando Cipotânea perder sua esperança e seu potencial econômico e moral. Basta do repúdio ao vermos o corte das árvores nas ruas da cidade sem nenhuma necessidade com o desagrado da população. Que coisa feia! Isso é ignorância. Sem falar que também deixou todas as estradas das zona rural super abandonadas. Como transportar um doente, me pergunto, como visitar um parente? Isso é cúmulo do absurdo. Até parece que não temos um viCe prefeito de Cipotânea com C maiúsculo no Chopotó; uai, ele não exerce seus poderes e muito menos demonstra sua força política? Ou será que ele ficou ilhado e agora sujou o seu nome com atual administração? Já ouvi dizer que ele nem para vereador mais se elege, com qual moral? Porque ele coligou-se com os “fala bonito” que nem faz oposição (mesmo sendo um Socialista PSB) nem falou de ver estradas esburacadas e na redondeza onde mora o seu pai, o Sr. Raimundo Texeira mora? (Aí aguardamos respostas!). Como diz, estamos aqui analisando todas as estratégias na atual conjuntura na política de Cipotânea. Cipotânea precisa ser escrita com C maiúsculo e ser muito mais bem sucedida e representada por uma política inovadora, moderna, atual e presente na vida típica de todo trabalhador que tem o direito de acesso à Comunicação, Escola, Cultura, Saúde e qualidade de Vida. Deves incluir o incentivo fiscal no apoio cultural, ecológico e econômico como poder de geração de renda e a criação de pequenos negócios e parcerias. O que achas? Mesmo se não gostou, por causa de quais motivos? Fica a vontade!

sábado, 6 de março de 2010

O milho é um alimento bastante antigo.

Com o êxodo rural o artesanato de palha de milho em Cipotanea está perdendo a identidade. Primeiro pela desvalorizacao do produto que é a profissao da maioria das cipotaneanas e cipotaneanos para a manutencao da familia. Segundo por Cipotanea ser a terra do milho, por o preco ser muito baixo está acontecendo o exodo rural, havendo aí a diminuicao do cultivo do milho e que futuramente virá talvez até a extincao do artesanato. „O milho é o maná que Deus fez brotar da terra“. O milho é um alimento bastante antigo. Muito antes da chegada dos colonizadores europeus, por volta do ano 1000 a.C; o milho já fazia parte dos hábitos alimentares. Esse cereal täo apreciado pela população do nosso país. O nosso municipio é um grande produtor de milho. Do milho tiramos varios derivados para a nossa alimentacao. Da palha fazemos o artesanato que é a base do sustento das mulheres, jovens e criancas ter em mäos o seu dinheiro. Infelizmente o milho e o artesanato nao tem o valor que precisam, pois o homem do campo tem muita mao-de-obra. Deixamos aqui esta ressalva nas conversas com artesas e pessoas de Cipotânea MG.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Apresentando o texto de Sidnei Chopotó das mercês

Um texto sem compromisso O jovem está doente, ele tem cäncer nos dentes e está muito tranquilo com tudo isso. Sua namorada está temerosa e angustiada pelo Tal acontecimento. Romildo trabalha no colégio de Santa Maria onde varre o jardim e recolhe os papéis. Seus pensamentos flutuam distantemente no outro lado do continente. Enorme número de oceanos teclam na lista do boom dos bolsöes urubus. A carne desmancha e frita na pele de Tadeu crú. Furacoes alavancam na Pensilvania atingindo variadas varreduras da natura. O poräo está cheio de lixo. O H-umano está desdito. Linguagem codificada no eito da Estrada. Vales apontam margens no destino da caminhada. Crateras jorram pós de aluminios, fábricas esquentam o clima no planEta. A vida cai e a morte súbita no novo movimento da corda essencial. O Calcário derrete corpos em cloaca. O ministro da mesa ergue se a estatura do presidente fingindo saber da nomenclatura. Toca clarineta, pois quando toca vou me até a sexta via recondite da estúpidez. Invés de ti fico sem você partindo Icheus em cues de mim. Solipsismo perigoso, doenca retórica da igreja, vergasmo partido, sem nunca ter ido. A visa continua guiar nas terras proibidas vendendo almas para D-eus no D-ia bonito da saudade leal da vida fora do Exilio existente.

sábado, 1 de agosto de 2009

Fando com o poeta chopotó no Diagrama de pentáculos pendurado na varanda com bambús amarelos,

Com embalagem branca na tela vazia. Diagrama de pentáculos pendurado na varanda com bambús amarelos, três cordas fiam distante entre o Ver e o Pegar… Ser passante nesta corrente do chegar. Passagens claras em absurda miragem do estacionar: Diamantes esfinge a quebrante luz na pedra. Dolor instante embuca na queda. Flor de quebrante de Dionisio inocente Parecendo mal me quer ser g-ente Pinturas arbóricas do ente, seda Artigos proprocionais com a chapa, efervescente. Que grito é este Vincent? Auroras de pubeolos em cascas secas de miolos, antiquadas aparecidas como fumaca de tijolos, veredas setadas no coracion da seta descende embulicando a vida sentimental do poeta carente. Tinocadas de arbítrios bélicos no céu fee-dentes. Caretas transtornadas em anjos solos. Os Vi-ventos eitos que sentam Parapeitos.

poema de um amigo morto - Encostada na porta ela voou como passarinho na primavera.

A perna direita da mosca lambendo o vidro numa fome extasiada desperta o sol baixando bambeiras. Encostada na porta ela voou como passarinho na primavera. Soledades fúnebres de esperanca no torpor do sonho em marcas cordilheiras de Lembrancas possuidas de meigas astucias. Soldado sucupira usurpacäo com Semblante triste de amor. Paralisias minemônicas de cor anil em crochê em saber do T. Marcante passagem no leito maternal ouvindo mitotórias com jardins de imbiscos e marmelada magnólia de viagens. Meu caro poeta de mäos calejadas viveu sempre com o peito fechado. Ele que hesitou ler versos loucos de Dionísio Donato a todo tempo, agora está o debaixo de sete palmos do pulmäo na atmosfera. Ele que sempre viveu com medo da violência, ele que sempre despertou me a presence da vigilia e os fatos corriqueiros que nos cercam na grande ex-istência miséria, morreu pobre como diabo na cruz do palácio da felicidade dos tiranos. Ele que semeou a doenca da paz foi curado pela tirania da piedade compadecida. Meu amigo poeta morreu aos 32 anos de idade e sabia muito bem lêr as cartas ratológicas do poeta psicólogo. Ele está em terra esquecida guardando a mäo da exaltada ponte da angústia. Uns väo devorando pianos e outros se virando sarcasmos anjos. Leve toque dedilhou ciranda em fantasias de astúcia. Com miragens profundas saturno movimentando o pedal universal dos titânicos. Na porta bate. O poema encerra. O dia acorda E a noite desterra. Como verde de abacate Ar vital da mercenidade.

domingo, 28 de junho de 2009

A. Hitler e R. Hess tendiam ser homossexuais

Rudolf Hess e Hitler é de dá dó. Quanto teatro de mal gosto! Quanta lamúria e auto-castracao na exaltacäo da “raca” da ar-te. Tal elevada arte do ar indo cantar te cuida Ave! No! ich wiedespreche. Ich hasse HH. No dia da vinganca com o sentimento anti-sémen é o grande mal estar do mal gusto de ambas partes. Imagina a lua querer destruir a estrela? Quanta luta por certeza! Quanta kampfada de dura! Die Perspektive do partido nacional estava denominada como panqueka dos estudantes vagabundos, dos militares forasteiros correndo segmentos estrangeiros na luta de Kruppe pelo aco da Guerra. Agora o figurino de Hitler no Bild do NS somente D-us sera o pai da nacao? Seria um inimigo divino? Javé näo é somente Jüdisch, mas do isso, quer ser também o Deus alemäo? (Agora com o Bento está tudo satanizado). Espero que a musica saboreia e as mulheres interessantes e os homens pegantes. Die Juden Hitler e Hess tendiam homossexuais. O schow de Heß era um schow para o Führer selbst.. coitado! Mensch levanta a mäo. O dirigente general acorda e toda a cancao. O führer espia na retaguarda (a vitória cura). A voz do tom foi necessária, assim como no mosteiro quando o silencio bate a janela gritando cadê ela? Sua sexualidade? No, interesso.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Poesia de Medusa Leäo no Chopotó literatura

SOFRE MENTE AVULTO Nas amostras de teus encantos, Restas o sabor de teus beijos O lânguido vulto dos desejos. Marchas sombrias e combinadas Voltastes aos teus pés. Envolto de pérolas brilhantes Esguio corpo debreou Num canto da rua Teu suor cheirou. Correste spor entre os becos Encontrastes a tristeza de não te ver, de não te ter nos braços Envolto de paixão. Cumpri-se o desejo Desejo de te possuir comigo Junto dos escombros Das mais sacanagens desejosas. Volta e vê, encontra com a dor sobressalto nas margens Cumplicidade argor dos ais... Voláteis desejos se vão Junto dos longiquos morros, Corro ao encontro da solidão Que se esvai no arcabouço do poente Sofre mente de amor....

sábado, 24 de janeiro de 2009

Agora iremos comezar o Caos mineiro,causos também, näo importa quem. se é em Barbacena com o chefe Andrada ou Säo Joao Del Rei Nevada ou os Pereira em

Este é um espazo para colocar a boca no trombone e falar para todos os políticos da regiäo que "basta"! Agora iremos comezar o Caos mineiro,causos também, näo importa quem. se é em Barbacena com o chefe Andrada ou Säo Joao Del Rei Nevada ou os Pereira em Céu Pirado e o diabo a quartro.Näo importa se é do vale ou do male queremos mesmo contar com o caos mineiro.Viva!E os causos? Ah teremos mucho pra caotar.Valeu!E ao mesmo tempo fazer daqui um debate cultural e político sobre a nossa regiäo fornecendo informations sobre democracia,filosofia, poesia, ecologia, empresa,turismo.Bem como fundar um Museu! http://pt.netlog.com/cipotanea http://cipotaneativa.ning.com/

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Palavras poéticas e soltas com garranchos enganxados na chepa.Os dez mandamentos do poeta xopoto

Tudo que cai atinge um lugar. O meu coracao timbra no chorar. Eu respire o tom deste alegrar. Am-bio-ente do aspirar. Rio rosada fiando meandros de ida, prima ripada. Seivo da alvorada que acorda os tiranos em procissao deleitando os Ar-canos de pios. O piano timbra o tim bt da zuada em dia de passarada. Vem aqui como tudo vens, és dias seres que queres. Pronto! Por que eu faco do outro um tanto ser querido e ao mesmo tempo apavorecido? O que eles esperam de mim? Talvez as mulheres me entendem esta dor que carrega o vento no ventre e as palavras no medem sentido. Eu continuo a dormir enquanto o outro desperta e ainda no encontrei me porto seguro. Onde está o meu querer? Ele está no mundo. Em que mundo? Na boca do sujo. E eu estou na beirada de mim encostado na ribeira de jasmim. Eu sou um pouco de tudo, um aparte do mundo sujado com a in memoriam item tinta de tanaka. Eu quero o seio das antas que patinam no andes de tantas amares Odiouros. Vindos da primavera e outono. Sede do fruto da terra que penetrou centelhas de girassóis. Curvas elípticas, ecos de mis malestares da reta. Famigerado humanus! Famigerada generation carcomida. Flueo era rio déliu cancion lida. Marginalizada inspiration mudanus. Flagelada matricida in-vertige! 2008-12-31 Dez mandamentos do poeta: Desterrar Desvendar Descobrir Amar Coroar Brilhar Agir Constuir Assumir Dialogar O contrário faz parte também dos dez antimandamentos. Ler tabuada Decorar poesia Atorizar palco Construir códigos Estabelecer tabelas Fixar limites Apagar tuneis Padecer appetites Desanimar desafios Temer rios in-exprimir Vespera do ano novo os meus sonhos badalam visper del antigue forza do velho. Ela cura minhas feridas que sempre foram as mesmas estradas Guerreira do colo leite de alma sinfonica da lua, rochedos e trochados de rosas aventuras do sons ecoterrifico do universe. Joga. Tinta a roda elos ipsum cote. A caneta do poeta agora timbre teclas do piá. Meridianos vertigos. http://pt.netlog.com/cipotanea Fonte: Brejauba poesias

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Aquele que quer seguir o caminho terás de caminhar até o cantinho.

Aquele que quer seguir o caminho terás de caminhar até o cantinho. Quem quiser pode ir até lá, onde o caminho est!A… A poeisis sedenta A artista incomoda-dor O poeta é atira-dor A policie da cor Que dor! Res-polis-cender-dor O cordäo do fogo! A roda do viador & viola cellos A luz está para todos Ouco rito Tudo movimenta Os anjos hermanos também Viva os nomes, no esquecer de ninguém, Porque o dia nasce para todos. A roda da forza! http://brejaubapoesias.ning.com/

domingo, 14 de dezembro de 2008

veja cipotanea ativa - http://www.neuzaladeira.com.br/

http://www.neuzaladeira.com.br/ Veja os quadros da pintora e poeta Neuza Ladeira http://www.neuzaladeira.com.br/ E outras poéticas http://cipotaneativa.blogspot.com/ http://www.netvibes.com/caetanodecipotanea