quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Palavras poéticas e soltas com garranchos enganxados na chepa.Os dez mandamentos do poeta xopoto
Tudo que cai atinge um lugar.
O meu coracao timbra no chorar.
Eu respire o tom deste alegrar.
Am-bio-ente do aspirar.
Rio rosada fiando meandros de ida, prima ripada.
Seivo da alvorada que acorda os tiranos em procissao deleitando os Ar-canos de pios.
O piano timbra o tim bt da zuada em dia de passarada.
Vem aqui como tudo vens, és dias seres que queres.
Pronto!
Por que eu faco do outro um tanto ser querido e ao mesmo tempo apavorecido? O que eles esperam de mim? Talvez as mulheres me entendem esta dor que carrega o vento no ventre e as palavras no medem sentido. Eu continuo a dormir enquanto o outro desperta e ainda no encontrei me porto seguro. Onde está o meu querer? Ele está no mundo. Em que mundo? Na boca do sujo. E eu estou na beirada de mim encostado na ribeira de jasmim.
Eu sou um pouco de tudo, um aparte do mundo sujado com a in memoriam item tinta de tanaka. Eu quero o seio das antas que patinam no andes de tantas amares Odiouros.
Vindos da primavera e outono. Sede do fruto da terra que penetrou centelhas de girassóis. Curvas elípticas, ecos de mis malestares da reta.
Famigerado humanus!
Famigerada generation carcomida.
Flueo era rio déliu cancion lida.
Marginalizada inspiration mudanus.
Flagelada matricida in-vertige!
2008-12-31
Dez mandamentos do poeta:
Desterrar
Desvendar
Descobrir
Amar
Coroar
Brilhar
Agir
Constuir
Assumir
Dialogar
O contrário faz parte também dos dez antimandamentos.
Ler tabuada
Decorar poesia
Atorizar palco
Construir códigos
Estabelecer tabelas
Fixar limites
Apagar tuneis
Padecer appetites
Desanimar desafios
Temer rios in-exprimir
Vespera do ano novo os meus sonhos badalam visper del antigue forza do velho.
Ela cura minhas feridas que sempre foram as mesmas estradas
Guerreira do colo leite de alma sinfonica da lua, rochedos e trochados de rosas aventuras do sons ecoterrifico do universe. Joga.
Tinta a roda elos ipsum cote.
A caneta do poeta agora timbre teclas do piá.
Meridianos vertigos.
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Fonte: Brejauba poesias
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2 comentários:
Oi Pessoá!
Cumé kitá osseis? Io tuaqui sperrandu a chuva moiá o morro do taiá e cumessar arar a tapera do matagar dadirrubada. Nóis aki nutemedo diesta crisie de bambú dubancus nomus do pessoá dilam-difora. Iu iscutu istudo cum raiuabertu kuma raia gada chuva. Tem Tamem Telelevisäo, gentida cuas cusas dinussas da vida, mais kipena essiis iás nu pude trabaiá. Q tiens essisS prássinar? Iuvua capiná numatag. Ah, ki as prantas nasci branca ikikehr acabácua e nois tudo prejudicá siesta tale crise nusa fetar.
Até logu tispero purlah.
Essi recadu foi mandado pelo Juca Sabiá. Aquele que mora no morro do gravatá, nacosta daquela moita de Jatobá, mas muitos costumam nos atrapaiá com a gravata do mana. Cem falar quando o carro de bois a passar quasia tombar na tumba taquarassul encostado na cheap xepa do jacarandá. Essa lingua torra pra daná. Antes que tudo vai pruar cedrupirua nuvala jatobá.
Boom, estadado o mio recadu pro6. Agora vou voltar para o meu lugar, nemprali nenpralá, pourque ninguém podin comonda. Falu! Pramodique tocamus cem nem pramim kunssular.
Assinado,
Tuca do morro do Taiáh!
http://cipotaneativa.ning.com/
http://cipotaneativa.ning.com/
Estamos colecionando antiguidades para fundar o museu chopotó.... contamos com todos.
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