domingo, 5 de outubro de 2008
Um passeio em Heidegger, o filosofo de cipotanea escreve sobre a morte
Um passeio em Heidegger
Eu tenho medo da morte, portanto eu sou de fato Existente.
Co-movido com-movimento em alcancar um com outro na despedida e na chegada
A sub-separacao do A-bismo è condicao e im-plicacao da gen-era-idade do acontecimento que acontece
A morte como patrimônio e riqueza da morte.
Somente o ser humano morre.
O animal falece devagar.
O humano è a especial essencia do tempo na sua particularidade e especialidade como uma dádiva e um presente do proprio Tempo, mas no tempo e somente no Tempo.
O homicida tempo è o espaco desmatado e derrubado, mas o espaco è como energia latente no tempo consumido.
Energia è massa e o espaco è depósito da energia - E=mc2.
O olhar do pensar num novo tempo velho.
A terra è o cres-cimento da natureza da vida
A terra è a razao e o motivo proprio do vivo
O solo è o especial crescimento do ser vivo.
A capacidade do experimentar è historicidade do vivente.
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Um comentário:
A Fernando Pessoa2,
Hoje sou a saudade da estrela D’alva
Do que já na existência que em mim vivi
Eu próprio sou aquilo que senti
E nesta linha vertical para curva
Floresce Brumen imperatriz turva
As ervas no planeta que comi
Eu que nao sei onde ou como vivi,
Uma coisa me parece ser,
O ser entre o que sou e que vi
No sono do encoberto aparecer…
Fui assomo doirado nas artes gnômicas,
Com assoma fui Gandhi em terras temporândicas
Daquilo que aqui na vida näo me houvesse pertencido
No meu intuito com alas do meu único pomo ido
Fosse eu um símbolo de linguagem em algum livro subserviente
Dum amigo „caritatoso“ na penungem sedenta de ferrugem
Ele ergue as espadas no crepúsculo do deus doente
Na frutrica bandeiras levanta a semente no império pool demente
Prefiro ficar ignomado no meu destino preso entre eleos e palios sempre a vista
Num painel dourado de chispas de douros contornados num hino incivitas,
No meu hiperponteado de frases com soletrasapos onde o desatino póstumo atino levanta,
Cuja arremecada é um fagulho vitalino que alcanca…
E pelos meus campos ricos de ócios entrevio em mim antilhas musas orfeônicas
Através de, com palavras findando os apartados, a frênesi arte idiônica
Ela me pega de pousada fazendo acrobacias com pórticos velados
Ao sentido velo o mar que veio na noite arraiar sentidos constelados
Em constelacöes triunfosas esguiam partidas mercuriosas
em ritos estrelados
Do alto infinito!
23 de junho de 2007-06-23
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