quarta-feira, 29 de abril de 2009
A Poeta Neuza Ladeira pergunta no blog line:Virginia Woolf como não ser pessimista?
Virginia Woolf como não ser pessimista?
Hoje feriado!
Dia 21 de abril e Tiradentes na Praça dos Inconfidentes mora
Assiste a um povo encomendado às medalhas
A corte do vice-rei toda presente o povo olhando e aplaudindo tudo convenção pouca aptidão
Viu os rufiões de branco com cruzes !
Assistem a atuação no palanque bem montado
Viu no dinheiro poder.
Rufo falando ao povo na abertura da cerimônia dos batismos, casamentos,
comunhões ...
Assiste ao fervor da mulher inocente ao meu lado,com a bandeirinha na mão agradecendo com um louvor desconhecido e muito procurado, ao lado o passar das horas onde a candidata acena
Na tela os canais rondam e caçam os seus telespectadores e nos relembram a história inteira curiosidade mórbida o instante em tudo se fala de tudo
Alexandre Magno holywoodiano o primeiro no heroísmo do guerreiro assassino.
Imagens a todo instante não podem parar todos falando não sei o que e para que.
Grandes conflitos, mas quais são eles Aos telespectadores propõem produtos... Os robôs ali ficam endividados Invasão e delação por toda a cidade monitorada
Os heróis mudaram mesmo de feição aquele silencioso que debela a violência que é exemplo de respeito a nosso favor está afogado enforcado além de tudo envergonhados
É muita carne para matar muito vampiro a chupar o velho peçonhento na vida lúdica ruma!
No poema nu moribundos sonhamos mas macabro o capital.
Somos trapezistas mágicos catadores pastores numa nau onde o rio é vermelho no embaço do céu poluído
Tático e estratégico o sonho faz parte de um comum, massa versus espaço tempo e capital
Na mobilização o meio do mundo tem muitos mas Maria e Josè o caminho é estreito o tempo curto.
NL
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